A van que transportava os cinco estudantes que morreram no acidente co

05/06/2026
A van que transportava os cinco estudantes que morreram no acidente com um caminhão na GO-518 não tinha autorização para realizar transporte escolar intermunicipal, segundo a Agência Goiana de Regulação (AGR). Os alunos eram estudantes do Colégio Estadual da Polícia Militar 5 de Janeiro, em Sanclerlândia, e iam para casa, em Córrego do Ouro.
Cinco estudantes de colégio militar morrem em acidente entre van escolar e caminhão na GO-518
O acidente aconteceu na noite de segunda-feira (1º). A van bateu na traseira de um caminhão, na GO-518, entre Buriti de Goiás e Córrego do Ouro, na região oeste do estado. O motorista da van e outros sete passageiros ficaram feridos e foram socorridos pelo Samu e pelo Corpo de Bombeiros.
Segundo a AGR à reportagem da TV Anhanguera, o veículo não possuía cadastro no órgão. O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) informou que também não há registro da van como transporte escolar em seu sistema.
De acordo com a reportagem, o veículo está registrado em nome do Fundo Estadual de Saúde de Goiás. À TV Anhanguera, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) informou que a van foi cedida ao município de Sanclerlândia em 2018, ficando sob responsabilidade da prefeitura a manutenção e a destinação do utilitário.
Veja quem eram os cinco estudantes que morreram em acidente entre van escolar e caminhão
Ainda conforme a reportagem, a Prefeitura de Sanclerlândia informou que o veículo havia sido repassado ao Colégio da Polícia Militar local por meio da Associação de Pais, Mestres e Funcionários (APMF). Segundo o município, a associação era responsável pela operação da van, pelo seguro e pela contratação do motorista, que era pago diretamente pelos pais dos alunos.
Investigação apura dinâmica do acidente
Conforme a reportagem da TV, além da falta de autorização para o transporte escolar, os peritos constataram que a van e a carreta não possuíam tacógrafo, equipamento obrigatório para registrar a velocidade em veículos de carga e de transporte escolar.
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Pedido: Estudante morto em acidente que matou mais quatro adolescentes tinha pedido para não ir à escola, diz família
A sinalização da carreta e as condições da rodovia, que é de pista simples e não possui acostamento, também estão sendo analisadas.
Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e lesão corporal no trânsito.
Os laudos da Polícia Científica devem ser concluídos em até 30 dias.
Cinco estudantes morrem após acidente na GO-518
Estado de saúde dos feridos
Três adolescentes seguem internados até esta quinta-feira (3). Emanuella Augusta, de 12 anos, está em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
Outro adolescente, também de 12 anos, passou por cirurgia e permanece em estado regular na enfermaria do Hugol.
Já um adolescente de 13 anos foi transferido para o Hospital Estadual de Ortopedia e Reabilitação (Hugol Ortopedia), onde passou por cirurgia e apresenta boa recuperação, segundo familiares.
Fonte:G1 Goias

TRÊS PESSOAS MORREM APÓS ACIDENTE ENTRE VAN DA SAÚDE E CARRO NA GO-230

03/06/2026
Um acidente envolvendo um carro e uma van da Secretaria da Saúde de Água Fria de Goiás causou a morte de três pessoas, na GO-230, na região de Planaltina, no Entorno do Distrito Federal (DF). A colisão aconteceu na manhã desta terça-feira (2/6), e também deixou feridos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a van da Saúde seguia para Formosa com cinco ocupantes, quando foi atingido frontalmente por uma VW Parati. De acordo com o relato do motorista da van, o carro teria invadido a pista contrária ao tentar ultrapassar um caminhão.
Uma passageira da van morreu ainda no local. Outras três vítimas, incluindo uma criança, foram socorridas e encaminhadas para atendimento médico em Planaltina. O motorista também ficou ferido e recebeu atendimento das equipes de resgate.
Os dois ocupantes da Parati morreram presos às ferragens. Após a perícia, o Corpo de Bombeiros realizou o desencarceramento das vítimas para que os corpos fossem recolhidos pelo Instituto Médico Legal (IML).
Equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Científica e IML atuaram na ocorrência. As causas do acidente serão apuradas pelas autoridades.

CAVALOS DA PM VISITAM HOSPITAL EM APARECIDA E AJUDAM NA RECUPERAÇÃO

03/06/2026
Cavalos do Regimento de Cavalaria da Polícia Militar de Goiás circularam pelas enfermarias do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) durante uma sessão de Terapia Assistida com Animais (TAA). A iniciativa, segundo a corporação, busca contribuir para a recuperação física e emocional dos pacientes. Na última semana, os animais percorreram corredores e alas da unidade, e alguns pacientes chegaram a fazer passeios montados na área externa do hospital.
A participação é voluntária e depende de liberação médica. “É uma terapia que visa dar mais ânimo para o paciente com mais tempo de internação, levar um acolhimento, um aconchego”, explica o tenente-coronel Diego Damasceno, comandante do regimento. Os resultados observados pela equipe de saúde, segundo ele, são positivos. “Quando a cavalaria vem e os pacientes têm esse contato, eles se recuperam de maneira muito mais rápida.”
O regimento realiza visitas mensais ao hospital e mantém a parceria com o HMAP há mais de um ano. A hipoterapia, como é chamada a ação, começou de forma experimental há pouco mais de dois anos e, desde então, vem sendo aprimorada com o apoio das equipes de saúde, dos policiais militares e dos próprios animais. Segundo Damasceno, a procura pela iniciativa cresceu significativamente nos últimos seis meses.
O projeto também já foi levado a outras unidades hospitalares do estado, como o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (HECAD), o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) e o Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT). Embora o HMAP tenha visitas programadas todos os meses, o regimento também atende solicitações de outros hospitais de forma esporádica.
A quantidade de animais e policiais envolvidos varia conforme a demanda de cada ação. Em geral, a equipe é composta por um cavalo e três policiais militares, responsáveis pela condução do animal, acompanhamento dos pacientes e auxílio durante as montarias. Em situações com maior número de participantes, o regimento pode deslocar até três cavalos e cinco ou seis policiais para a atividade.
Entre os animais utilizados na terapia, a égua Luziânia, de nove anos, é a mais requisitada. Nascida no próprio regimento, ela foi batizada — assim como os demais cavalos da tropa — com o nome de uma cidade goiana. Por apresentar um temperamento dócil desde cedo, foi direcionada para as atividades terapêuticas e hoje é considerada a mais experiente da corporação nesse tipo de ação.
Segundo o comandante, o perfil dos cavalos é um dos fatores que contribuem para o sucesso das visitas. Os animais passam por seleção para garantir que tenham comportamento tranquilo e adequado ao contato com pacientes em ambiente hospitalar. Atualmente, Luziânia é a principal integrante das ações, acompanhada por uma equipe treinada para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos.

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