A menina de 2 anos que morreu após ser levada a uma unidade de saúde

25/05/2026
A menina de 2 anos que morreu após ser levada a uma unidade de saúde com sinais de espancamento teria sido arrastada pela casa depois das agressões, segundo o delegado Jonatas Soares Barbosa, da Central Geral de Flagrantes de Aparecida de Goiânia. De acordo com ele, a polícia também identificou indícios de que o imóvel foi lavado para tentar esconder vestígios de sangue.
Como os nomes do pai e da babá da criança não foram divulgados, o g1 não conseguiu localizar as defesas até a última atualização desta reportagem.
“Achou em outro quarto, tinha até marcas no chão, tipo um arrastamento de um corpo, alguma coisa nesse sentido”, afirmou o delegado ao g1.
O caso aconteceu na sexta-feira (22), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. A criança foi levada ao Cais Nova Era por uma mulher que inicialmente se apresentou como tia dela, mas depois disse ser babá.
Polícia encontrou sangue em outro cômodo
Segundo o delegado, a versão apresentada pela mulher, de que um espelho teria caído sobre a criança, começou a ser questionada após a perícia.
De acordo com Jonatas Soares Barbosa, os peritos fizeram exames no quarto onde estaria o espelho, mas não encontraram vestígios de sangue no local.
“Foi esperado chegar à noite para usar um luminol, para verificar se era resquício de sangue. Não achou no espelho que a pessoa falou que tinha caído na criança, nem no quarto onde estava o espelho”, declarou.
Ainda segundo ele, a perícia encontrou manchas de sangue em outro cômodo da residência.
“Achou em outro quarto. Tinha gotas de sangue para todo lado”, disse.
Fonte:G1 Goias

​A mulher que foi estrangulada com uma toalha e espancada até desmaiar

25/05/2026

A mulher que foi estrangulada com uma toalha e espancada até desmaiar em Campos Lindos, distrito de Cristalina, no Entorno do Distrito Federal, foi atacada após uma discussão envolvendo uma chave, segundo o delegado Wallace Vieira. O suspeito, que é amigo do filho da vítima, foi preso por tentativa de feminicídio.

De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu na madrugada de quarta-feira (20). Horas depois, por volta das 13h30, a vítima procurou a delegacia para denunciar as agressões sofridas dentro da própria casa.
Segundo o relato da mulher, o suspeito foi até a residência alegando que procurava uma chave que teria esquecido no local. No entanto, ao passar próximo dele, ela foi atacada repentinamente.
Como o nome do investigado não foi divulgado, o g1 não conseguiu localizar a defesa dele até a última atualização desta reportagem.
Vítima desmaiou durante as agressões
Conforme a investigação, o homem agarrou a vítima pelo pescoço, a estrangulou com uma toalha e desferiu vários socos no rosto. A mulher contou que perdeu a consciência durante as agressões.
“Ela relatou que, quando retomou a consciência, percebeu que havia uma toalha enrolada no pescoço e que o agressor já tinha fugido”, explicou o delegado Wallace Vieira em entrevista ao repórter Rodrigo Melo.
Segundo o delegado, a principal linha investigativa é de que o suspeito culpou a vítima pelo desaparecimento da chave.
“Ele tentou matá-la somente devido ao fato de ter perdido a chave e colocado a culpa na vítima. Ele estava drogado”, afirmou.
O suspeito ficou em silêncio durante o interrogatório, informou o delegado.
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Laudo apontou lesões graves
O relatório médico constatou hematomas, lesões na língua, traumatismo na região ocular e diversas marcas no pescoço da vítima. Segundo a Polícia Civil, os ferimentos são compatíveis com tentativa de asfixia mecânica por esganadura.
Imagens divulgadas pela corporação mostram o rosto da mulher bastante machucado, com inchaço severo em um dos olhos, além de lesões no pescoço e na mão.
Após buscas, o suspeito foi localizado no Setor E, em Campos Lindos, distrito de Cristalina. Ele foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema prisional local.
Segundo a Polícia Civil, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva após representação da corporação.

O ex-piloto de Fórmula Delta Pedro Turra

25/05/2026
acusado de agredir e matar um adolescente goiano de 16 anos após uma discussão por causa de um chiclete, passa por audiência de instrução nesta segunda-feira (25). Na última semana, a mãe da vítima, Rejane Fleury, publicou no story do Instagram uma foto do filho, Rodrigo Castanheira, em coma, para pedir Justiça.
“Foi assim que meu filho ficou por 16 dias antes de morrer vítima de uma emboscada de assassinos. A Justiça ainda não autorizou todas as provas que precisamos”, escreveu. Turra, que responde por homicídio qualificado, está preso.
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O adolescente Rodrigo Castanheira morreu em 7 de fevereiro após 16 dias internado. A briga que culminou na agressão física aconteceu na saída de uma festa, na madrugada de 23 de janeiro, em Vicente Pires, no Distrito Federal.
Rodrigo estava em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília, em Águas Claras. Ele não resistiu às complicações causadas por um traumatismo craniano severo, resultado das agressões sofridas.
Ex-piloto Pedro Turra pode ter usado soco inglês para desferir golpes que culminaram na morte de Rodrigo Castanheira
Ex-piloto Pedro Turra e Rodrigo Castanheira (Foto: PCDF e redes sociais)
Segundo as investigações, o conflito teria começado após um desentendimento considerado banal. Pedro Turra teria se irritado com um comentário feito por Rodrigo sobre um chiclete que o piloto havia jogado em um colega do adolescente.
Após a discussão, Turra desceu do carro e iniciou as agressões. Durante a briga, Rodrigo bateu a cabeça na porta de um veículo e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória de aproximadamente 12 minutos. Ele foi socorrido em estado crítico, passou por cirurgia de emergência para drenagem de sangue no crânio — após o rompimento de uma artéria — e permaneceu em coma induzido até falecer em 7 de fevereiro.
De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), mesmo desacordado, o jovem teria continuado a ser agredido. A queda e a sequência de golpes agravaram o quadro clínico.
Pedro Turra foi preso um dia após as agressões, mas pagou fiança de R$ 24,3 mil e foi liberado. Posteriormente, diante de suspeitas de tentativa de interferência nas investigações, voltou a ser preso e segue no Complexo da Papuda. Ele aguarda o andamento do processo. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o investigado por homicídio doloso.
Até o momento, a defesa já apresentou vários pedidos de habeas corpus ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e ao Superior Tribunal de Justiça. Todos foram negados.
Fonte:Mais Goias

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