HOMEM MATA A ESPOSA, FOGE E DEPOIS VOLTA PARA JANTAR

06/03/2026
Um homem de 28 anos foi preso na quarta-feira (4) suspeito de assassinar a esposa com facadas no pescoço em Mineiros, na região sudoeste de Goiás. Após praticar o crime, o autor fugiu, mas horas depois retornou e foi até a casa de uma vizinha, onde jantou.
Vizinhos foram quem acionaram a polícia no final da tarde de terça-feira (3) após desconfiarem que uma moradora do Bairro Vila da Paz teria sido assassinada. Quando entraram no imóvel, os agentes encontraram o corpo de uma mulher, que ainda não teve a identidade confirmada, caído no chão, com o pescoço degolado.
Horas depois, os policiais ficaram sabendo que o companheiro dela havia jantado na casa de uma vizinha, mas saiu de forma apressada depois que percebeu a movimentação policial na rua. Quando localizado no dia seguinte, escondido em uma região de chácaras, Wenderson da Silva dos Santos, que já tinha um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, confessou o crime.
A suspeita da polícia é que ele estaria planejando ocultar o corpo. “Logo após matar a companheira, ele fugiu e se escondeu no mesmo lugar onde acabou preso, mas voltou à noite, acreditamos, para ocultar o corpo, porém fugiu ao perceber a aproximação das viaturas”, descreveu o delegado Haroldo Padovani, titular do Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) de Mineiros. Em depoimento, o autor do crime alegou que a namorada teria discutido com ele após usar drogas.
Com mais este caso, o número de feminicídios registrados em Goiás neste ano chega a 17. Três das mortes ocorreram apenas nesta semana.

MADRASTA É CONDENADA A 49 ANOS POR ENVENENAR ENTEADA E TENTAR MATAR

06/03/2026
A Justiça do Rio de Janeiro condenou nesta quinta-feira (5) a madrasta Cíntia Mariano Dias Cabral a 49 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, em regime inicial fechado, pelo envenenamento dos dois filhos de seu companheiro, ocorrido em 2022 na zona oeste da cidade.
Ela foi considerada culpada pelo homicídio qualificado de Fernanda Carvalho Cabral, 22, que morreu após ingerir veneno misturado à comida, e pela tentativa de homicídio contra o irmão da jovem, Bruno Carvalho Cabral, que sobreviveu após receber atendimento médico.
A defesa informou que pretende recorrer da decisão. O advogado Carlos Augusto Santos afirmou que o júri condenou a ré com base em “prova contrária aos autos”.
O julgamento começou na tarde de quarta-feira (4) e se estendeu pela madrugada. Depois de cerca de 16 horas de sessão, os jurados levaram menos de 30 minutos para chegar ao veredito.
A sentença foi proferida pela juíza Tula Corrêa de Mello, que presidiu o júri. Ela fixou pena de 30 anos pelo assassinato de Fernanda e de 19 anos, 6 meses e 20 dias pela tentativa de homicídio contra Bruno. Os jurados reconheceram as qualificadoras de uso de veneno e motivo fútil.
Segundo a magistrada, o crime foi planejado e teve consequências graves para a família das vítimas. Durante a leitura da sentença, ela afirmou que a ré agiu de forma premeditada ao envenenar a enteada.
De acordo com o Ministério Público, a motivação estaria relacionada ao ciúme que Cíntia teria da relação do companheiro, Adeilson Jarbas Cabral, com os filhos.
A defesa afirmou durante o julgamento que as provas periciais seriam insuficientes para comprovar que a ré administrou o veneno. Os advogados questionaram resultados de exames e a necessidade da exumação do corpo de Fernanda, realizada dois meses após o enterro.
A acusação, porém, apresentou laudos que apontaram a presença de substâncias de raticida clandestino, conhecido como “chumbinho”, em exames relacionados aos dois episódios de intoxicação.
Cíntia está presa desde julho de 2022 e não poderá recorrer em liberdade.
O primeiro a depor foi Bruno, que tinha 16 anos na época do crime e sobreviveu ao envenenamento. Em seu relato, ele afirmou que percebeu algo estranho no almoço servido pela madrasta.
Segundo o jovem, apenas ele recebeu o prato já servido com feijão. Ao começar a comer, notou gosto diferente e pequenos pontos azuis misturados à comida.
Após o almoço, ele foi para a casa da mãe e passou mal pouco tempo depois, com sintomas como dificuldade para falar, suores intensos e problemas de visão. O adolescente foi levado ao hospital, onde passou por lavagem estomacal.
Em depoimento, ele afirmou que, ao acordar no hospital, suspeitou que o episódio pudesse estar relacionado à morte da irmã.
O pai das vítimas relatou que havia conflitos frequentes entre Cíntia e os filhos durante o relacionamento, que durou cerca de cinco anos. Segundo ele, após o envenenamento do filho, passou a desconfiar que os dois episódios poderiam ter a mesma origem.
Também prestaram depoimento no julgamento os filhos biológicos da ré, Lucas e Carla Mariano Rodrigues. Ambos afirmaram que a mãe confessou ter envenenado os enteados.
Lucas relatou que a conversa ocorreu após o episódio envolvendo Bruno, quando questionou diretamente a mãe. Carla disse que pediu para ouvir a confirmação da própria Cíntia, que teria admitido o crime.
A mãe das vítimas, Jane Cabral, contou ao júri que passou a suspeitar da madrasta após a morte da filha. Ela relatou ainda que, durante a internação de Fernanda, Cíntia insistia em oferecer comida para ela no hospital.

ATOR JOSÉ DUMONT É PRESO APÓS CONDENAÇÃO POR ESTUPRO DE VULNERÁVEL

05/03/2026
O ator José Dumont foi preso na manhã desta quarta-feira (4), na zona sul do Rio de Janeiro, após condenação definitiva pelo crime de estupro de vulnerável. A detenção ocorreu no bairro do Flamengo e foi realizada por agentes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, em cumprimento a mandado expedido pela Justiça.
A sentença, já transitada em julgado — ou seja, sem possibilidade de novos recursos — foi determinada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e fixa pena de nove anos e quatro meses de reclusão.
O caso remonta a 2022. Conforme consta no processo, o ator levou para seu apartamento um menino de 11 anos, filho de uma ambulante que trabalhava nas proximidades do prédio onde ele morava. Moradores do condomínio teriam estranhado a presença frequente da criança no imóvel e comunicado a situação às autoridades, o que deu início às investigações que culminaram na condenação.
Na época, policiais civis cumpriram mandado de busca e apreensão no apartamento do artista e encontraram cerca de 240 arquivos de pornografia infantil, somando 98 megabytes entre fotos e vídeos, armazenados em computador e telefone celular.
Após a expedição do mandado nesta quarta-feira, os agentes se dirigiram ao endereço do ator para efetuar a prisão. Ele foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.
Com mais de 40 anos de carreira, Dumont atuou em novelas e produções de destaque. Na TV Globo, participou de obras como “Pantanal” e “América”, além de integrar o elenco de “Terra Nostra” e “A História de Ana Raio e Zé Trovão”. No cinema, esteve em produções como Abril Despedaçado e O Homem que Virou Suco, papel que lhe rendeu prêmios de melhor ator nos festivais de Gramado e Brasília.

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