MÃE VAI À POLÍCIA APÓS ENCONTRAR MENSAGENS ENTRE FILHO E PROFESSOR

09/03/2026
Uma mãe procurou a delegacia de Caçu nesta semana para denunciar um professor por assédio contra o filho, de 15 anos. Segundo o registro policial, mensagens encontradas no celular do adolescente detalham pedidos de fotos e conversas inadequadas, além de relatos de aproximações físicas dentro da escola onde o profissional atua. De acordo com a família, o jovem já recebe acompanhamento psicológico.
Após a descoberta das mensagens, o estudante relatou à mãe episódios de aproximação física ocorridos no ambiente escolar. Segundo o depoimento apresentado à Polícia Civil, o docente aproveitava momentos de baixa movimentação em corredores e salas para realizar toques impróprios.
As capturas de tela das conversas reforçam a denúncia e mostram a insistência do investigado em obter imagens do adolescente. Em um dos trechos, o professor pergunta se o jovem “quer foto” e, mesmo diante da recusa e da justificativa do menor — que afirmou não manter arquivos na galeria por receio de que a mãe os encontrasse —, o homem respondeu “vdd” (verdade) e reforçou o pedido: “tira uma ai”.
Em outra interação, o diálogo assume conotação sexual após o aluno agradecer um elogio. Na resposta, o professor afirma “eu sei” e faz uma comparação de cunho obsceno ao declarar que o seu “é maior”, enviando expressões de riso logo em seguida.
Um dos relatos mais graves descreve uma abordagem em uma sala de uniformes. Na ocasião, o professor teria trancado a porta e solicitado que o jovem retirasse parte da vestimenta sob o pretexto de conferir o ajuste da roupa. Após o acolhimento familiar, o adolescente decidiu expor o histórico de abordagens.
A Polícia Civil de Goiás informou que o caso segue sob investigação sigilosa, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Diligências e oitivas serão realizadas para apurar a conduta do profissional e a responsabilidade da instituição de ensino.
De acordo com a família, o jovem apresenta melhora com suporte terapêutico, mas o abalo emocional ainda é monitorado. Os nomes dos envolvidos e da escola permanecem preservados para não comprometer as apurações.

INDÍGENA É DEIXADO À DERIVA EM RIO APÓS SER ROUBADO E AMARRADO

09/03/2026
Um indígena da etnia Marubo foi deixado amarrado e à deriva em um rio após ser roubado no começo da semana por um grupo de pescadores na terra indígena do Vale do Javari, no Amazonas, segundo comunicado divulgado neste sábado, 7, pela Univaja (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari).
A entidade afirma que a vítima, identificada como Mateus Aurélio, só foi encontrada após 24 horas. A abordagem ocorreu na última terça-feira, 3, no Rio Ituí. A reportagem busca contato com a Polícia Federal e com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
O Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, ficou marcado pelos assassinatos em 2022 do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, após conflitos com um grupo supostamente envolvido com pesca ilegal.
Nos últimos anos, como vem mostrando o Estadão, a região vem sendo alvo inclusive do avanço de facções criminosas, que têm usado até barcos com cargas de pirarucu para transportar cocaína e skank. Como reflexo disso, crimes contra indígenas e quilombolas também têm disparado na Amazônia.
Segundo a Univaja, o ataque a Mateus foi praticado por invasores dentro da território indígena do Vale do Javari. “O fato ocorreu quando a vítima, que viajava em comitiva retornando de Atalaia do Norte, saiu em uma pequena canoa para pescar, buscando alimento para o grupo nas imediações da Aldeia Beija-Flor (povo Matis)”, diz.
Por volta das 11h, ele foi cercado e abordado por pescadores ilegais não-indígenas, segundo a entidade. “Os invasores o acusaram falsamente de ter roubado materiais da quadrilha”, diz a Univaja. Mateus teve os pés, mãos e boca amarrados pelo grupo.
Após ameaças de morte, continua a entidade, os criminosos roubaram a espingarda e o aparelho celular do pescador e o deixaram em uma canoa, à deriva no rio. “Mateus ficou nesta situação de grave perigo por mais de 24h, e só foi encontrado pelas equipes de busca no outro dia”, diz a nota.
A Univaja afirma que, assim que recebeu o relato do caso, na sexta-feira, 6, enviou todo o registro da ocorrência e as informações levantadas a respeito dos autores para os órgãos competentes. Reforçou ainda um pedido de “atenção especial para proteção dos isolados”.

AVÔ E NETO SÃO ATROPELADOS POR ÔNIBUS NO TERMINAL PROVISÓRIO

06/03/2026
Um idoso e o neto de 5 anos ficaram feridos depois de serem atingidos por um ônibus do transporte coletivo no último sábado (28), nas imediações do terminal provisório de Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia. O caso ganhou repercussão após a divulgação de imagens de câmeras de segurança, na quarta-feira (4), que mostram o momento da colisão.
Pelas imagens, é possível ver o avô caminhando pela avenida com duas crianças quando tenta atravessar a rua. No momento em que o ônibus inicia a manobra para entrar em uma rotatória, atinge o homem e o menino mais novo. Ambos caem e ficam embaixo da parte frontal do veículo por alguns segundos, até que o motorista perceba a situação e pare.
O outro neto, de 9 anos, conseguiu voltar para a calçada ao notar a aproximação do ônibus e escapou de ser atingido. Segundo a família, ele ainda ajudou o irmão mais novo a se levantar após o impacto.
Segundo o avô, eles já haviam atravessado mais da metade da rua e estavam próximos à sinalização de parada obrigatória quando o ônibus se aproximou. No momento do atropelamento, o homem abraçou o neto para proteger a criança.
FERIMENTOS LEVES
O menino, de 5 anos, sofreu escoriações no rosto e na boca. Já o avô teve machucados no joelho e um corte atrás da orelha. Ambos receberam atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no local e não precisaram ser hospitalizados. O socorro foi prestado pela equipe da Cooperativa de Transporte do Estado de Goiás (Cootego) após o acidente.
De acordo com a Cootego, o motorista permaneceu na cena, prestou assistência às vítimas e realizou o teste do bafômetro, que não apontou ingestão de álcool. A cooperativa informou que o ônibus trafegava em velocidade reduzida e que o ponto da ocorrência não é destinado oficialmente à travessia de pedestres.
A família questiona a dinâmica do acidente e afirma que o motorista estaria usando o celular antes da batida. Procurada, a cooperativa não se manifestou especificamente sobre essa alegação até a última atualização do caso
Apesar do susto, avô e neto se recuperam em casa.

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