Uma farmacêutica foi presa em flagrante

18/06/2026

Na terça-feira (16) suspeita de aplicar uma vacina vencida em um bebê de seis meses em uma farmácia de Aparecida de Goiânia. A prisão ocorreu após uma denúncia feita pelos pais da criança, que constatou que um dos imunizantes administrados durante o atendimento estava com o prazo de validade expirado.

A suspeita surgiu quando o responsável pelo bebê solicitou as embalagens das vacinas aplicadas na criança e identificou que uma delas estava vencida. Diante da situação, procurou a delegacia para registrar a ocorrência.
De acordo com a Polícia Civil, o caso foi investigado pela 1ª Delegacia de Polícia de Aparecida de Goiânia, com apoio da Vigilância Sanitária Municipal. As equipes foram até o estabelecimento após receberem a denúncia e iniciaram uma fiscalização para verificar as condições dos medicamentos utilizados no local.
Durante a fiscalização no estabelecimento, os agentes apreenderam a embalagem do imunizante utilizado no atendimento, além do cupom fiscal referente à aplicação da vacina. A Vigilância Sanitária também lavrou um auto de infração contra a farmácia por comercialização e administração de medicamento fora do prazo de validade.
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Segundo as investigações, os fiscais encontraram ainda indícios de que outro imunizante vencido também poderia ter sido utilizado na unidade, fato que será apurado ao longo da investigação.
No depoimento prestado para Polícia Civil, a farmacêutica admitiu que foi ela quem separou e aplicou a vacina na criança. A profissional reconheceu que houve falha na conferência da data de validade do produto antes da aplicação.
A mulher foi autuada em flagrante e encaminhado para delegacia, onde pagou fiança e foi liberada.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência, verificar se houve a aplicação de outros medicamentos vencidos e identificar eventuais responsabilidades de outras pessoas ou do próprio estabelecimento.
Fonte:Mais Goias

Uma babá foi indiciada por homicídio pela morte de menina de 2 anos

16/06/2026
Levada a uma Unidade de Saúde de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital, após ser espancada. Segundo a polícia, a criança apresentava sinais de violência.
O nome da mulher não foi divulgado, por isso a reportagem não localizou a defesa dela até a última atualização desta reportagem.
O crime aconteceu em maio deste ano. A equipe médica da unidade chamou a Guarda Civil Metropolitana (GCM) após suspeitar que os ferimentos que a criança tinha eram por maus-tratos. Segundo a GCM, ela estava com lesões nos braços, costas e cortes na cabeça.
Pai foi encaminhado a delegacia após menina morrer com suspeita de maus-tratos
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Babá se identificou como tia
Na época do caso, À TV Anhanguera, Élita Arantes, conselheira tutelar que acompanhou o caso, explicou que a mulher se identificou inicialmente como tia da menina. A suspeita teve dificuldades para apresentar alguma documentação que comprovasse a afirmação, enquanto a equipe fazia o atendimento, disse Élita. Depois, ela teria dito à GCM que, na verdade, era uma babá da criança.
Élita ainda destacou que a menina também tinha alguns hematomas pelo corpo que pareciam ser antigos. "Um relato da médica foi que o fato de um hematoma estar roxo caracteriza que a lesão havia acontecido há dias", destacou a conselheira.
A suspeita também disse que o pai foi quem pediu para que ela levasse a menina ao hospital e relatou, inicialmente, que um espelho caiu em cima da criança, mas os profissionais de saúde acharam as lesões incompatíveis com a alegação dela. Na época do crime, o pai foi encaminhado a delegacia para prestar depoimentos e foi liberado.
Fonte:G1 Goias

Um soldado, identificado como Rafael Souto de Lima de 19 anos, morreu

16/06/2026
Após passar mal durante uma instrução de natação do Comando de Operações Especiais (CopEsp), em Goiânia. Ao g1, uma amiga da vítima, que não quis ser identificada, afirmou que os familiares receberam a notícia sobre o acidente horas após o fato e que o jovem chegou a ser encaminhado ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira de Goiás (Hugol), mas não resistiu e morreu.
Em nota ao g1, o CopEsp informou que Rafael estava executando um exercício de flutuação em um tanque tático quando passou mal e precisou ser socorrido por um instrutor. O Comando destacou que apura as circunstâncias do ocorrido (leia a nota completa ao final do texto).
O caso aconteceu na sexta-feira (12), e a morte do jovem foi confirmada no sábado (13). Ainda de acordo com a amiga da vítima, Rafael ficou debaixo d'água por vários minutos durante a instrução sem ser socorrido.
"Eles não socorreram ele, ele ficou embaixo da água mais de 5 minutos e eles alegam que foi 2 minutos", afirmou.
Ela contou que o fato ocorreu por volta das 12h, e que ele foi encaminhado direto do local em que a instrução acontecia, no Jardim Guanabara, para o Hugol. Ela destacou que somente às 15h os familiares foram informados sobre o incidente.
Ainda de acordo com ela, Rafael foi encaminhado ao hospital em estado grave e, na mesma noite, a equipe médica suspeitou que o jovem estivesse com morte cerebral. A causa oficial da morte não foi divulgada.
OUTRO CASO: Soldado do Exército de 19 anos morre durante treinamento aquático em quartel de Goiânia
RELATO: Soldado que morreu afogado aos 19 anos tinha machucado a perna dias antes de participar de treinamento aquático, diz colega
'MEDO': Soldado denuncia tortura física e psicológica em quartel onde jovem morreu afogado
A amiga revelou que o sonho do soldado era ser da Marinha e que ele deixou o emprego em uma loja para entrar no Exército. Ela destacou que, a princípio, a namorada dele e familiares ficaram contra a decisão, mas decidiram apoiar o jovem por ser o sonho dele entrar para as Forças Armadas.
Ela destacou que a família está abalada com a perda. O velório do corpo de Rafael será realizado às 7h45 no Nacional Funerária, no Centro de Aparecida de Goiânia, e o corpo será enterrado às 9h no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia, na segunda-feira (15).
Caso anterior
Khaleby Ribeiro tinha 19 anos. Ele morreu na última segunda-feira, 19 de junho
O caso de Rafael não é o único. Em 2023, o soldado do Exército Khaleby Ribeiro Alves dos Santos, de 19 anos, também morreu durante um treinamento aquático no CopEsp. De acordo com um comandante da instituição na época, Khaleby chegou a ficar cerca de dois minutos submerso.
o jovem participava da instrução de natação no tanque aquático do CopEsp quando submergiu e não voltou. Ainda conforme o militar, o soldado foi retirado inconsciente da água e atendido pela equipe de saúde do CopEsp.
Ele foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Samu para o Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), mas, segundo a unidade, teve a morte confirmada no mesmo dia.
Ao g1, um colega do soldado relatou no mesmo ano que o jovem estava machucado, mas decidiu não contar aos instrutores por medo de punições.
“No alojamento, ele conversou comigo e falou que não estava bem, que a perna estava machucada. Mas ele ia manter, porque senão ia ter punição, o instrutor ia pegar no pé dele”, relatou o soldado, que disse ter ouvido do colega, também, que ele não estava bem psicologicamente.
Em nota divulgada na época, o Comando de Operações Especiais lamentou a morte de Khaleby e destacou que um Inquérito Policial Militar havia sido aberto para investigar o ocorrido.
Nota do CopEsp sobre Rafael
"O Comando de Operações Especiais informa que, no dia 11 de junho de 2026, durante atividade de instrução de natação realizada em tanque tático, um militar do efetivo incorporado passou mal enquanto executava exercício de flutuação sob acompanhamento de instrutor.
O militar foi imediatamente amparado pela equipe presente no local e recebeu atendimento inicial da equipe de saúde que acompanhava a atividade, sendo, na sequência, evacuado para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (HUGOL).
Desde o ocorrido, o militar permaneceu sob cuidados médicos especializados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Na presente data, 13 de junho de 2026, apesar de todas as intervenções médicas realizadas e dos esforços da equipe assistencial, foi informado o diagnóstico de morte encefálica.
O Comando de Operações Especiais acompanha integralmente a situação e está prestando toda a assistência necessária ao militar e aos seus familiares.
As circunstâncias do ocorrido permanecem sob apuração, e eventuais atualizações serão divulgadas pelos canais institucionais competentes.
Seção de Comunicação Social
Comando de Operações Especiais"
Fonte:G1 Goias

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