O ex-piloto de Fórmula Delta Pedro Turra

25/05/2026
acusado de agredir e matar um adolescente goiano de 16 anos após uma discussão por causa de um chiclete, passa por audiência de instrução nesta segunda-feira (25). Na última semana, a mãe da vítima, Rejane Fleury, publicou no story do Instagram uma foto do filho, Rodrigo Castanheira, em coma, para pedir Justiça.
“Foi assim que meu filho ficou por 16 dias antes de morrer vítima de uma emboscada de assassinos. A Justiça ainda não autorizou todas as provas que precisamos”, escreveu. Turra, que responde por homicídio qualificado, está preso.
Quem é a mulher que sofreu descarga elétrica enquanto estendia roupas em Anápolis
O adolescente Rodrigo Castanheira morreu em 7 de fevereiro após 16 dias internado. A briga que culminou na agressão física aconteceu na saída de uma festa, na madrugada de 23 de janeiro, em Vicente Pires, no Distrito Federal.
Rodrigo estava em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília, em Águas Claras. Ele não resistiu às complicações causadas por um traumatismo craniano severo, resultado das agressões sofridas.
Ex-piloto Pedro Turra pode ter usado soco inglês para desferir golpes que culminaram na morte de Rodrigo Castanheira
Ex-piloto Pedro Turra e Rodrigo Castanheira (Foto: PCDF e redes sociais)
Segundo as investigações, o conflito teria começado após um desentendimento considerado banal. Pedro Turra teria se irritado com um comentário feito por Rodrigo sobre um chiclete que o piloto havia jogado em um colega do adolescente.
Após a discussão, Turra desceu do carro e iniciou as agressões. Durante a briga, Rodrigo bateu a cabeça na porta de um veículo e chegou a ter uma parada cardiorrespiratória de aproximadamente 12 minutos. Ele foi socorrido em estado crítico, passou por cirurgia de emergência para drenagem de sangue no crânio — após o rompimento de uma artéria — e permaneceu em coma induzido até falecer em 7 de fevereiro.
De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), mesmo desacordado, o jovem teria continuado a ser agredido. A queda e a sequência de golpes agravaram o quadro clínico.
Pedro Turra foi preso um dia após as agressões, mas pagou fiança de R$ 24,3 mil e foi liberado. Posteriormente, diante de suspeitas de tentativa de interferência nas investigações, voltou a ser preso e segue no Complexo da Papuda. Ele aguarda o andamento do processo. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou o investigado por homicídio doloso.
Até o momento, a defesa já apresentou vários pedidos de habeas corpus ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e ao Superior Tribunal de Justiça. Todos foram negados.
Fonte:Mais Goias

CAMINHÃO DESGOVERNADO ATINGIU UM BAR NESTA QUINTA-FEIRA

22/05/2026
Quatro pessoas morreram após um caminhão desgovernado atingir um bar nesta quinta-feira (21), em Anápolis, na região central de Goiás. O Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, a Civil e a perícia ainda estão no local atendendo à ocorrência. As imagens da TV Anhanguera mostram o caminhão subindo em calçada (assista acima).
O acidente aconteceu no Residencial Copacabana. Segundo os bombeiros, duas vítimas são do sexo masculino e duas vítimas são do sexo feminino. Todas as vítimas são adultos. Um bebê foi levado em estado grave para a UPA Pediátrica de Anápolis, informaram os bombeiros.
O g1 não conseguiu atualizar o estado de saúde do bebê dele até a última atualização desta reportagem.
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Segundo a reportagem da TV Anhanguera, as vítimas atingidas pelo caminhão estavam na calçada do bar. Muitos moradores acompanham o trabalho dos bombeiros. A região da batida ficou destruída e a rua tinha muitos destroços. O veículo chegou a atingir um carro vermelho.
A equipe do Corpo de Bombeiros está trabalhando no local para a retirada dos corpos que estão debaixo do caminhão. A polícia deve investigar as causas do acidente.
Fonte:G1 Goias

ESTUDANTE MORRE EM ACIDENTE

22/05/2026
Após a estudante de direito Kimmberlly Gisele Pereira Rodrigues, de 21 anos, morrer depois de implorar para parar o carro, em Alexânia, o motorista contou à polícia que ficou com ciúmes da jovem quando os dois estavam em um bar. Por isso, ele resolveu ir embora para Brasília com ela, segundo a delegada Silzane Bicalho. Preso suspeito de feminicídio, Ivan Rodrigues Cardoso, de 33, alegou que era namorado dela.
“Ele falou que estava namorando. A Kimmberlly era muito popular e ele falou que os caras mexiam com ela. Falou que iria para Ceilândia, onde os amigos dele estavam”, relatou a delegada.
O g1 fez contato com a família de Kimmberlly, que não confirmou o relacionamento entre eles.
Em nota, a defesa do suspeito apontou que o caso deve ser tratado, neste momento, como um acidente automobilístico e considerou precipitada a classificação como feminicídio antes da conclusão das apurações. A advogada Luiza Barreto Braga também disse que não há comprovação de intenção e informou que adotará medidas judiciais para garantir os direitos do investigado, incluindo pedido de habeas corpus (veja a nota completa no final da matéria).
O acidente aconteceu no dia 4 de maio, enquanto eles saíam de Alexânia no sentido de Brasília. Um vídeo gravado pela jovem dentro do carro mostra o instante em que ela implora para o motorista não seguir viagem: “Ivan, por favor, estou com medo. Ivan, por favor, vamos para minha casa?”. Em seguida, ele diz para ela parar de filmar (veja o vídeo no topo).
Ivan Rodrigues Cardoso conduzia o carro quando capotou. Kimberlly Gisele Pereira Rodrigues, de 21 anos, morreu após ser socorrida
Ivan foi preso temporariamente na manhã desta quarta-feira (20). Em depoimento, ele disse que, enquanto estava dirigindo, viu um vulto e acabou perdendo o controle da direção.
“Ele disse que viu um vulto, aí puxou o volante e perdeu o controle do carro”, revelou a investigadora, acrescentando que ele havia ingerido bebida alcoólica no dia do acidente.
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O carro capotou. Ivan foi resgatado e levado a um hospital de Anápolis, e Kimmberlly chegou a ser socorrida com vida, mas morreu na ambulância.
A TV Anhanguera informou que, no dia do ocorrido, uma amiga de Kimmberlly a convidou para ir a uma chácara. Depois de passar o dia no local, ela e outros amigos pegaram carona com Ivan, que havia ingerido bebida alcoólica, segundo a reportagem. No entanto, ao saberem que o motorista iria para Brasília, resolveram sair do carro. A vítima permaneceu no carro contra sua vontade, pelo que mostra o vídeo.
De acordo com a delegada, o suspeito poderá responder pelo crime de feminicídio por dolo eventual, quando uma pessoa, mesmo não tendo a intenção direta de cometer um crime, age com risco de provocá-lo.
Quem era a jovem
Kimmberlly é lembrada como uma pessoa meiga e carinhosa
Ao g1, a família de Kimmberlly disse que ela era estudante de direito e trabalhava em uma loja de produtos esportivos. A prima, Marcela Moreira, lembrou com emoção da jovem: “Muito meiga, simpática, educada. Me chamava de tia. Sempre muito carinhosa”.
Nas redes sociais, a mãe da estudante, Keila Aparecida, se emocionou ao lembrar da filha.
“Mais um dia sem você. Dói a falta que você está fazendo, a falta do seu barulho, escutar sua voz. Tenho tanta novidade para te contar, mas você não está aqui. Te tiraram de nós. Seus irmãos também sentem saudades. Dói "acostumar" sem você, que me acompanhou a metade da minha vida. Eu não estava pronta para sua partida, não me ensinaram a viver sem você”, declarou.
Por fim, ela defendeu que não foi um “simples acidente”, pois a filha havia pedido para o motorista parar: “Que a prisão de hoje seja somente o início da Justiça a ser feita. Te amo eternamente”, afirmou.
Nota da defesa
A defesa de Ivan Rodrigues Cardoso vem esclarecer que as informações divulgadas até o presente momento não refletem, de forma fiel e técnica, a dinâmica dos fatos efetivamente ocorridos.
Trata-se, em tese, de um acidente automobilístico, cuja apuração ainda se encontra em fase inicial de investigação pelas autoridades competentes. Nesse contexto, é precipitado atribuir ao caso a natureza de feminicídio antes da conclusão dos procedimentos investigativos e da análise técnica de todos os elementos constantes nos autos
A defesa destaca que não há, até o momento, qualquer conclusão definitiva que indique intenção deliberada de provocar o resultado trágico, motivo pelo qual é imprescindível que o caso seja tratado com responsabilidade, cautela e observância ao devido processo legal.
Ivan Rodrigues Cardoso lamenta profundamente o ocorrido e manifesta solidariedade aos familiares e amigos da vítima neste momento de imensa dor e consternação.
A defesa informa, ainda, que adotará todas as medidas judiciais cabíveis para assegurar os direitos e garantias constitucionais do investigado, incluindo a impetração de Habeas Corpus, com o objetivo de garantir a correta aplicação da lei, a regularidade do procedimento investigativo e o respeito ao princípio da presunção de inocência.
Por fim, a defesa reafirma sua confiança nas instituições e acredita que os fatos serão devidamente esclarecidos ao longo da investigação, com base em provas técnicas e dentro dos parâmetros legais e constitucionais que regem o Estado Democrático de Direito.
Fonte:G1 Goias
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