IA AJUDA POLÍCIA CIVIL A IDENTIFICAR E PRENDER SUSPEITOS DE HOMICÍDIO

21/02/2026
A inteligência artificial (IA) foi decisiva para que a Polícia Civil de Goiás (PCGO) identificasse e prendesse dois suspeitos de um homicídio em Goiânia, recentemente. Com o uso de ferramentas tecnológicas voltadas à análise e cruzamento de dados, as equipes conseguiram direcionar as buscas, acelerar diligências e localizar tanto os investigados quanto o corpo da vítima.
O avanço das apurações contou com o apoio do programa IA Contra o Crime, ligado à Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO). As ferramentas utilizadas pelos investigadores auxiliaram na triagem de informações, no cruzamento de vestígios e na identificação de elementos relevantes ao inquérito, otimizando o trabalho das equipes e fortalecendo a atuação integrada da polícia.
Neste caso, que começou com o desaparecimento de um funcionário de uma pamonharia, em Goiânia, no começo do mês, a ferramenta possibilitou aos investigadores analisar e descartar veículos inicialmente sob suspeita, e direcionar as buscas com maior precisão. Ao identificar o automóvel utilizado no crime, a tecnologia também possibilitou o monitoramento contínuo do investigado, o que levou à abordagem dos suspeitos.
“O uso de soluções tecnológicas tem sido um importante aliado das nossas forças de segurança, ampliando a capacidade de análise e reduzindo o tempo de resposta às ocorrências. A tecnologia não substitui o trabalho policial, mas qualifica e potencializa a tomada de decisões, garantindo mais eficiência na proteção da sociedade”, destaca o subsecretário de Segurança Pública de Goiás, Gustavo Carlos Ferreira.
O delegado da Polícia Civil, Danilo Wendel, também ressaltou a importância do suporte tecnológico no andamento do caso. “A utilização de ferramentas especializadas contribui para dar mais celeridade às apurações e fortalecer a produção de elementos técnicos que embasam a investigação”, afirmou.
HOMICÍDIO COM OCULTAÇÃO DE CADÁVER
O caso teve início com o desaparecimento de Nilson Evangelista Gonçalves, de 54 anos, funcionário de uma pamonharia em Goiânia. O sumiço foi registrado no dia 7 de fevereiro de 2026, no Setor Residencial Itaipu, e inicialmente tratado como possível desaparecimento voluntário, sendo comunicado ao Grupo de Investigação de Desaparecidos (GID). Com o avanço das diligências, surgiram indícios de homicídio com ocultação de cadáver, e o inquérito foi encaminhado à Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH).
As investigações apontaram que a vítima foi retirada da própria residência mediante violência e transportada em um veículo utilizado na ação criminosa. O automóvel foi localizado, apreendido e submetido à perícia técnica para coleta de material genético, vestígios biológicos e impressões digitais. Testemunhas relataram ameaças e tentativas de ocultação de imagens que poderiam auxiliar na elucidação do crime.
No último sábado (14), agentes da DIH localizaram e prenderam o primeiro investigado. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Nesta semana, foi a vez do segundo suspeito terminar preso pela polícia. Ele estava escondido no município de Goianira. As diligências também levaram os policiais ao corpo da vítima, enterrado em uma área de mata na capital. Clique aqui para ler mais sobre o caso.
BRASIL AFORA
O uso de inteligência artificial em investigações não é exclusivo de Goiás. Após a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão no ano passado, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) passou a auxiliar a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCRJ) com recursos tecnológicos desse tipo.
O coordenador de Inteligência da PCDF, delegado Maurílio Coelho, disse, à época, em entrevista ao Metrópoles, que a corporação realiza, por exemplo, reconhecimento facial com uso de IA para identificar criminosos que não haviam sido detectados. Segundo ele, o investimento da PCDF em inteligência chegou a R$ 15 milhões nos últimos cinco anos.
Em São Paulo, a Polícia Civil de São Paulo (PCSP) também recorreu à tecnologia para esclarecer um homicídio. Recentemente, a corporação identificou um homem suspeito de matar uma estudante na capital paulista por meio de um retrato falado gerado por inteligência artificial, elaborado a partir de imagens captadas por câmeras de segurança.
REGULAÇÃO
O avanço do uso dessas ferramentas ocorre em paralelo à regulamentação federal. Também no ano passado, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública publicou uma portaria que estabelece normas para o uso de soluções tecnológicas em investigações criminais e em atividades de inteligência na área de segurança pública.
Assinada pelo ministro Ricardo Lewandowski, a medida define parâmetros específicos para a aplicação de inteligência artificial por órgãos como Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Penal Federal e Força Nacional, além de secretarias vinculadas à pasta. Estados e municípios que utilizem recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública ou do Fundo Penitenciário Nacional também devem seguir as diretrizes.
Entre as aplicações previstas estão a detecção e localização de dispositivos móveis emissores de radiofrequência em unidades prisionais, o acesso a dados armazenados em aparelhos apreendidos, mediante controle judicial, além do apoio na recaptura de réus, cumprimento de mandados de prisão e identificação de vítimas de crimes e pessoas desaparecidas.

JOVEM PEÃO DE 23 ANOS MORRE APÓS SER PISOTEADO POR BOI

19/02/2026
Morreu na noite de terça-feira (17) um jovem peão de 23 anos, pisoteado por um boi durante um suposto rodeio clandestino em Iporá. Conforme registro policial, Leandro Pereira de Andrade foi levado por terceiros à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade por volta das 19h49. Ele apresentava dores intensas e traumas graves no tórax.
Ainda conforme o documento, os médicos verificaram diagnósticos de parada cardíaca, pneumotórax e traumatismo no fígado. Ele não resistiu aos ferimentos.
O diretor da UPA acionou a Polícia Civil de Goiás (PCGO) para registrar o caso. O óbito foi formalizado como morte acidental na Delegacia de Polícia de Iporá. A corporação, agora, deve investigar as circunstâncias do evento e as responsabilidades pela organização do rodeio clandestino.
Relatos no boletim de ocorrência são de que a vítima teria participado de um rodeio clandestino. Ao Mais Goiás, o delegado responsável pelo caso, Ramon Queiroz, informou que a notícia preliminar é de “amigos que deixaram ele no hospital e que tinha sido pisoteado por um touro. Não sabemos ainda se era uma competição entre eles, uma pequena competição ou se era um treino dele. Isso será apurado nos próximos dias”.
Peão, Leandro trabalhava em fazendas, era casado com Monniky Diniz e pai de um menino de 8 meses. Nas redes sociais, o rapaz divulgava, principalmente, as fotos do pequeno, mas também de rodeios. Na descrição do perfil: “Amorinópolis, Goiás. Faça o medo ter medo de você.”
Não foi informado sobre o velório e enterro do rapaz.

JOVEM ATIRA 6 VEZES CONTRA BAR DO MARISTA E ALEGA "PERDA DE MEMÓRIA"

19/02/2026
Um jovem de 27 anos foi preso após atirar seis vezes contra um bar do Setor Marista e alegar ‘perda de memória’ aos policiais. O caso aconteceu na noite desta terça-feira (17/2). Após ser identificado – e apesar da suposta amnésia – o suspeito admitiu ter ficado “contrariado” com a expulsão de um amigo do local, justificando o ataque por ter “bebido demais”.
O barulho dos disparos causou correria e desespero entre clientes e pedestres que circulavam pela região. Após o crime, o suspeito fugiu do local, mas foi localizado em sua residência por equipes da Polícia Militar. No imóvel, os agentes encontraram uma pistola 9mm guardada em cima de um guarda-roupa.
CAC E AMNÉSIA ALCOÓLICA
Embora o jovem possua registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) e a arma estivesse legalizada, o uso ostensivo e os disparos sob efeito de álcool configuram crime. Durante a abordagem, ele confessou a autoria, mas reiterou que o estado de embriaguez o impedia de recordar detalhes da motivação.
PAGOU FIANÇA
O atirador foi autuado e encaminhado à delegacia. A autoridade policial arbitrou uma fiança de R$ 24.240,00, quantia que foi paga para que ele pudesse responder ao processo em liberdade.
O estabelecimento atingido não registrou feridos, apenas danos materiais na estrutura da entrada. As imagens de segurança que mostram o trajeto e a execução dos tiros seguem em análise para a conclusão do inquérito.

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