VIZINHOS SÃO PRESOS POR MATAR PORCA DE TERAPIA DE GAROTO COM AUTISMO

08/05/2026
Um caso chocante envolvendo vizinhos presos após matar e comer porca de terapia de garoto com autismo ganhou repercussão internacional e comoveu moradores de Hoschton. O animal, chamado Bootsy, era essencial no tratamento de um menino de 12 anos diagnosticado com autismo e TDAH, e foi morto a tiros após fugir da propriedade da família.
VIZINHOS SÃO PRESOS APÓS MATAR PORCA DE TERAPIA
De acordo com as autoridades, três moradores foram detidos suspeitos de participação no crime. O trio foi encontrado pela família do garoto ao lado da porca, já sem vida, próximo a uma panela com água quente, onde o animal seria preparado para consumo.
Os pais do menino relataram que iniciaram buscas assim que perceberam o desaparecimento de Bootsy. Pouco tempo depois, ouviram disparos e seguiram até uma residência próxima, onde se depararam com a cena.
PORCA DE TERAPIA E GAROTO COM AUTISMO ERAM IMSEPARÁVEIS
A relação entre Garrett Cox e a porca ia muito além de um simples animal de estimação. Com cerca de 180 quilos, Bootsy fazia parte do dia a dia do menino, que era responsável por alimentar, dar banho e treinar o animal.
Os dois participavam juntos de competições rurais ligadas à Future Farmers of America, contribuindo diretamente para o desenvolvimento emocional e social do garoto.
“Eu sinto muito a falta dela”, disse o menino, emocionado, em entrevista à imprensa local.
GAROTO COM AUTISMO E TDAH PERDEU APOIO EMOCIONAL
Segundo a família, Bootsy foi adotada há cerca de um ano justamente para auxiliar no tratamento do menino, que enfrentava dificuldades na escola. A convivência com o animal ajudou a aumentar a confiança e a autoestima da criança.
“O amor dele cresceu junto com ela. A confiança simplesmente disparou”, contou a mãe, Kerrie Cox.
A perda, no entanto, causou forte impacto emocional. “Ele começou a chorar imediatamente. Tem sido uma montanha-russa desde então”, relatou o pai, Matt Cox.
SUSPEITOS ALEGAM ENGANO AO MATAR E COMER O ANIMAL
Em depoimento à polícia, os suspeitos afirmaram que acreditavam se tratar de um animal selvagem. A versão, porém, é contestada pela família, que afirma que a porca de terapia possuía identificação visível na orelha.
“Eles sabiam o que estavam fazendo”, rebateu a mãe do garoto.
Os três foram autuados por crueldade contra animais, e o caso segue sob investigação do Gabinete do Xerife do Condado de Jackson.

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